Safira

Sapphire Sapphire Sapphire

A indústria de gemas no Sri Lanka (também conhecida como Ceilão, Serendib, etc.) existe há mais de 2.500 anos. Algumas das pedras preciosas mais raras e de beleza extraordinária ocuparam lugar de destaque nas joias da coroa de reis e rainhas desde a época dos grandes imperadores romanos.

  • Variedades: Variedades coloridas, safira estrela, safira semelhante ao alexandrita.
  • Origem: Sri Lanka, Caxemira (Índia), Mianmar, Tailândia, Austrália, Tanzânia, Quênia, Montana, Madagascar.
  • Resistência: Excelente, exceto em pedras laminadas ou fraturadas.
  • Precauções: Safiras podem desbotar quando aquecidas.
  • Tratamentos: Safiras podem ser tratadas com raios X para intensificar sua cor. Safiras naturais frequentemente passam por tratamentos térmicos e de difusão na Tailândia. No primeiro método, safiras com componentes químicos latentes para boa coloração são “amadurecidas” por aquecimento até atingir a cor desejada. No tratamento por difusão, safiras que não possuem os componentes necessários para boa coloração são colocadas em um banho de óxidos colorantes que penetram nas camadas externas da pedra. O tratamento de pedras azuis é permanente.
  • História: Segundo uma antiga lenda persa, a Terra repousava sobre uma enorme safira cujo reflexo era visto no céu. A pedra também aparece na lenda de Prometeu, que foi acorrentado a uma rocha por Zeus por ter roubado o fogo dos deuses. Após ser libertado por Hércules, um elo da corrente permaneceu em seu dedo com um pedaço de rocha preso a ele. Zeus concordou em conceder sua liberdade desde que ele o usasse como lembrança de seu pecado. Mais tarde, um anel com uma safira substituiu o elo e a pedra. A safira simboliza verdade, sinceridade e constância. Acreditava-se que protegia o usuário contra a captura por inimigos e ajudava a conquistar o favor de princesas. Também era considerada proteção contra venenos. Dizia-se que, se uma cobra venenosa fosse colocada em um recipiente com uma safira, os raios da pedra a matariam. O nome “safira” tem origem no sânscrito e, em grego, tornou-se “sappheiros”, que significa azul. Antes de seu valor ser reconhecido, aldeias nas montanhas Zanskar, na Caxemira (Índia), utilizavam a pedra como pederneira para acender fogo.
  • Cortes e Usos: Lapidação facetada e cabochão, geralmente em corte misto, contas e esculturas (qualidade inferior). Safira sintética é utilizada em relógios, instrumentos de precisão e equipamentos eletrônicos.

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