Afrescos de Sigiriya

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Os frescos de Sigiriya foram pintados na superfície oeste da rocha de Sigiriya, localizada no centro do Sri Lanka. Pintados há treze séculos, eram o destaque de um imenso complexo de palácio construído em 480 d.C. pelo rei Kasyapa. Hoje, apenas algumas pinturas sobreviveram, em um pequeno bolsão na metade da rocha, cerca de 100 metros acima do solo.

Protetoras neste pequeno e protegido buraco, a cem metros acima do solo, elas flutuam sem esforço entre as nuvens. Alguns dizem que são ninfas celestiais carregando flores para derramar sobre os reis e mortais abaixo. Outros sugerem que são rainhas e concubinas do harém de Kasyapa.

As mulheres dos frescos foram objeto de especulação por quase mil e seiscentos anos. Elas, por sua vez, permaneceram em silêncio, sorrindo enigmaticamente, seu segredo intacto por mais de 1.600 anos. Os nomes das mulheres e dos artistas que as pintaram foram perdidos na história. Seu legado sobreviveu por mais de meio milhão de dias, um testemunho da genialidade de seus criadores e do rei que as encomendou.

Quem são as mulheres nos frescos de Sigiriya?

Os ricos adornos, roupas sofisticadas, aparência realista, uso vibrante das cores e a verdadeira representação das características faciais e anatômicas apoiam a visão de que o artista se inspirou nas mulheres da corte do rei Kasyapa — seu harém. A validação mais evidente dessa visão é que todas elas usam uma delicada tatuagem com três círculos ao redor do pescoço.

A exibição proeminente, mas discreta, dessa tatuagem, usada com orgulho, foi feita para identificar claramente essas mulheres como pertencentes ao rei. Elas eram mulheres do harém do rei, vestidas com suas roupas mais finas. Elas deveriam ser admiradas, mas não tocadas. Por essa razão, foram retratadas em sua verdadeira forma, voluptuosas e desejáveis, mas sem qualquer sexualidade terrena. Elas não foram feitas para serem excitantes. Retratadas como seres sobrenaturais, elas são mostradas com flores para derramar sobre os humanos abaixo. Elas foram feitas para evocar um senso de admiração e projetar a opulência e grandeza de Kasyapa, o rei deus todo-poderoso.

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About Central Provincce

The Central Province of Sri Lanka consists primarily of mountainous terrain. The province has an area of 5,674 km², and a population of 2,421,148. Some major towns include Kandy, Gampola (24,730), Nuwara Eliya and Bandarawela. The population is a mixture of Sinhalese, Tamil and the Moors.

Both the hill capital Kandy and the city of Nuwara Eliya are located within the Central Province as well as Sri Pada. The province produces much of the famous Ceylon tea, planted by the British in the 1860s after a devastating disease killed all the coffee plantations in the province. Central Province attracts many tourists, with hill station towns such as Kandy, Gampola, Hatton and Nuwara Eliya. Temple tooth or Dalada maligawa is the main sacred place in Centrel province.

The climate is cool, and many areas about 1500 meters often have chilly nights. The western slopes are very wet, some places having almost 7000 mm of rain per year. The eastern slopes are parts of the mid-dry zone as it is receiving rain only from North-Eastern monsoon. The Temperatures range from 24°C at Kandy to just 16°C in Nuwara Eliya, which is located 1,889 m above sea level. The highest mountains in Sri Lanka are located in the Central Province. The terrain is mostly mountainous, with deep valleys cutting into it. The two main mountain regions are the central massif and the Knuckles range to the east of Kandy.